O mundo da música
perdeu mais uma das suas vozes mais icónicas. Brad Arnold, fundador e
vocalista da banda 3 Doors Down, faleceu aos 47 anos após uma corajosa
luta contra um cancro.
Os 3 Doors Down
nunca foram apenas mais uma banda na minha playlist. Temas como “Pages”,
“Away From The Sun” e “Heaven” ficarão para sempre gravados na
minha memória.
Obrigado por todas
as músicas que nos encantaram e por todas as lembranças que ficarão connosco para
sempre.
Em jeito de
homenagem, deixo-vos com uma publicação de 2013, onde os 3 Doors Down
ocupavam um lugar de destaque na época dourada do Post-Grunge mundial.
Os
meus leitores não facilitam. Mal o calendário virou a página começaram a chover
mensagens a perguntar pela famosa lista dos 10 temas que me fizeram
levantar a sobrancelha em 2025.
Como
tenho um carinho especial por esta comunidade que nunca falha, fiz um esforço
quase heróico para reunir as 10 maravilhas
que marcaram o meu ano.
E
fica o lembrete habitual para os recém-chegados: não existe hierarquia neste Top 10 e nem todos
os temas nasceram em 2025. São apenas músicas que se cruzaram comigo ao longo
do ano e deixaram a sua marca.
HumanKind - No Man´s Sky
Sonoridade moderna entre o metal alternativo e o metalcore
atmosférico. Os HumanKind apostam em refrões reflexivos e ambientes épicos.
DEMON HUNTER - I´m
Done
Veteranos do metal americano, pesado e emocional. Energia
nua e crua, mas com maturidade. Os Demon
Hunter no seu habitat natural.
RED ELEVEN – Distante Waves
Metal
alternativo que nos chega da Finlândia. Um tema que vive de emoção e variações
sonoras brutais. Ideal para ouvir de olhos fechados.
JERIS JOHNSON – Ode To Metal
Mistura ousada de metal, rap e atitude punk. Uma
homenagem exagerada, irónica e provocadora
ao metal. As opiniões dividem-se, mas por mim está tudo bem!
ANY GIVEN SIN - Another Life
Os Any Given Sin movem-se no território do hard rock com
influência alternativa. Another Life fala
de segundas oportunidades e de tudo o que ficou por viver.
BAD OMENS – Dying To Love
Metalcore intenso, equilibrando peso e melodia. A voz de
Noah Sebastian oscila entre fragilidade e explosão, transmitindo de forma
magistral a problemática das relações tóxicas.
PARKWAY DRIVE – The Greatest Fear
Orgulho australiano do metal, os Parkway Drive já não
precisam de provar nada. A verdade é que continuam a subir a fasquia.
DARK TRANQUILLITY – Wayward Eyes
Os Dark Tranquillity do carismático Mikael Stanne lideram a famosa cena do chamado Death
Metal de Gotemburgo. Aqui está um belo
exemplar que explica o porquê dessa distinção.
ANY GIVEN DAY - Wind Of Change (Scorpions Cover)
Cover metalcore de um clássico intocável dos Scorpions.
Respeita a essência original, mas acrescenta peso e modernidade. Arriscado mas eficaz.
RIVERS OF NIHIL –
Water & Time
Os Rivers Of Nihil misturam
death metal com atmosferas melódicas. Sofisticado e profundo. Um tema que se sente mais do que se
ouve. Agora parece que compliquei um bocadinho.
Feito! Peço desculpa pelo atraso, mas a minha vida é super agitada. Por exemplo, agora tenho de ir dar banho ao cão e talvez tomar banho na mesma água! Vida de blogger não é fácil!
Estava a tentar
acabar o meu Top-10 das músicas que me cativaram em 2025, mas as eleições são
mais importantes. Trata-se do futuro do nosso glorioso país.
Falei com
alguns dos milhares de analistas destas cenas da política e decidi fazer um
pequeno retrato dos candidatos mais importantes.
MARQUES
MENDES – Um santo!
Foi um comentador isento(?) e advogado que, curiosamente, manteve ligações a
empresas com interesses no setor público. Um exemplo de pureza.
JOÃO COTRIM
FIGUEIREDO – CATARINA MARTINS Eis o retrato
do que é ser português: muito ego e pouca substância. Sinceramente, gostava de
saber o que lhes vai na cabeça para terem a lata de se candidatarem ao mais
alto cargo da nação. Fizeram algo de verdadeiramente relevante pelo país ou é
só vontade de ver o nome nos boletins de voto?
ANDRÉ
VENTURA – Um ator
inteligente. Muito espalhafato, que cativa o povinho mais ignorante e os jovens
que não evoluíram e acreditam em tudo o que aparece nas redes sociais. Um
fenómeno de palco, mais do que de Estado.
ANTÓNIO JOSÉ
SEGURO – Pelos
vistos, é o candidato em alta por não aquecer nem arrefecer. Ou seja, não ataca
nem sai de cima. Muito pouco para um cargo desta
magnitude.
HENRIQUE
GOUVEIA E MELO – Perdeu
todos os debates porque não é político. Não tem o dom da palavra, mas tem algo
mais raro: resultados. Salvou o país. Infelizmente, o povo tem memória curta e
já não se lembra de como Portugal estava em fevereiro de 2021: o país do mundo
com mais mortes por Covid-19. O senhor que “perde os debates” pôs tudo a
funcionar e, passados poucos meses, ficou tudo resolvido. Por isso, só resta
dizer: obrigado.
MANUEL JOÃO
VIEIRA – Este talvez
seja o candidato mais certo para assumir o cargo.