Estava a tentar
acabar o meu Top-10 das músicas que me cativaram em 2025, mas as eleições são
mais importantes. Trata-se do futuro do nosso glorioso país.
Falei com
alguns dos milhares de analistas destas cenas da política e decidi fazer um
pequeno retrato dos candidatos mais importantes.
MARQUES
MENDES – Um santo!
Foi um comentador isento(?) e advogado que, curiosamente, manteve ligações a
empresas com interesses no setor público. Um exemplo de pureza.
JOÃO COTRIM
FIGUEIREDO – CATARINA MARTINS Eis o retrato
do que é ser português: muito ego e pouca substância. Sinceramente, gostava de
saber o que lhes vai na cabeça para terem a lata de se candidatarem ao mais
alto cargo da nação. Fizeram algo de verdadeiramente relevante pelo país ou é
só vontade de ver o nome nos boletins de voto?
ANDRÉ
VENTURA – Um ator
inteligente. Muito espalhafato, que cativa o povinho mais ignorante e os jovens
que não evoluíram e acreditam em tudo o que aparece nas redes sociais. Um
fenómeno de palco, mais do que de Estado.
ANTÓNIO JOSÉ
SEGURO – Pelos
vistos, é o candidato em alta por não aquecer nem arrefecer. Ou seja, não ataca
nem sai de cima. Muito pouco para um cargo desta
magnitude.
HENRIQUE
GOUVEIA E MELO – Perdeu
todos os debates porque não é político. Não tem o dom da palavra, mas tem algo
mais raro: resultados. Salvou o país. Infelizmente, o povo tem memória curta e
já não se lembra de como Portugal estava em fevereiro de 2021: o país do mundo
com mais mortes por Covid-19. O senhor que “perde os debates” pôs tudo a
funcionar e, passados poucos meses, ficou tudo resolvido. Por isso, só resta
dizer: obrigado.
MANUEL JOÃO VIEIRA – Este talvez seja o candidato mais certo para assumir o cargo.
